Como pensamos.
Artigos da Mastrangeli Co. sobre posicionamento, marca, reputação e crescimento, para o empresário que quer transformar autoridade em ativo.
Posicionamento é a prateleira mental onde o mercado te coloca
Antes de compreender por que uma empresa é diferente, o cliente precisa decidir o que ela é. Essa classificação define os concorrentes, os critérios de comparação e o preço que começará a parecer razoável.
Os cinco clientes que tornam seu reposicionamento real
Como transformar uma nova posição em problema reconhecido, oferta comprável, método repetível, reputação transmissível e operação sustentável.
Por que algumas indicações trazem clientes melhores
Indicação não vale apenas pela origem do contato. Vale pela quantidade de confiança, contexto e expectativa correta que chega junto com ele.
Ser bom não basta: por que competência sem percepção vira commodity
Competência real sem percepção organizada vira commodity. Por que o mercado não compra a sua excelência inteira, e como fazer o valor aparecer antes do preço.
Confiança é produto
Em serviços complexos, o cliente não compra apenas execução. Compra redução de incerteza, clareza de condução e a sensação de escolher alguém capaz de proteger a decisão.
O preço não está no seu produto. Está no seu nome.
Um tijolo da Supreme custava US$30 e revendia por US$1.000. Nada mudou na argila, mudou quem assinava.
Por que dizer não deixa a sua marca mais cara
A Birkin que bateu a bolsa de valores por 35 anos. Escassez como projeto, não como acidente.
Status vende mais caro que função (e ninguém pede desconto em status)
Um jogo grátis faturou US$26 bi vendendo roupa de boneco que não dá vantagem nenhuma.
O item que ninguém compra (e mesmo assim faz você lucrar)
Um plano que vendeu 0% segurava 84% da receita. O cliente só sabe o preço perto de quê.
O produto que dá prejuízo de propósito (e protege todo o seu lucro)
Um cachorro-quente a US$1,50 desde 1985, no prejuízo. O lucro real está na recorrência, não na prateleira.
Às vezes o problema não é o seu produto. É o público.
O copo da Stanley vendeu 10x mais em 4 anos sem mudar nada. Mudou quem olhava para ele.
A mecânica sagrada: o que a sua empresa nunca deveria vender
Duas versões do mesmo jogo. A antiga tem 8x mais gente. Cobrar contra o próprio valor mata a marca.
Não tente provar que você é inocente
Acusaram a Pepsi de agulhas nas latas. Ela não recolheu nada e ganhou. É impossível provar uma negativa.
Boato não se mata com fato
A P&G tinha a verdade e quase foi destruída. Repetir a negação alimenta a mentira.
Toyota ensinando o preço de declarar vitória cedo demais
A Toyota foi multada não pelo defeito, mas por dizer que resolveu o que não tinha resolvido.
A Audi venceu os fatos e perdeu o público
A Audi estava certa e quase sumiu. Responder medo com número parece desprezo.
Como um boato nojento quase destruiu a Corona
Um boato de urina derrubou 80% das vendas da Corona. Negar o nojo é reapresentá-lo.
A marca que você cria não é a marca que o mercado entende
Um K e um navio quase destruíram a Snapple. Quem decide o significado é quem olha, não você.
Quando o dono vira o gargalo da empresa
Dependência operacional tem teto. Como tirar a empresa da sua cabeça e colocá-la em processo.
Crescimento não é sorte: é estrutura
Por que escalar sem base destrói a marca, e o que construir antes de acelerar.
Por que a sua marca é comparável (e como deixar de ser)
O que separa quem disputa preço de quem dita preço, e por onde começa a virada.